quarta-feira, 25 de outubro de 2017

QUEM NUNCA SOFREU BULLING, DURANTE A VIDA?




Um crime bárbaro está sendo justificado, porque um adolescente vítima de bulling, se acha no direito de entrar num estabelecimento de ensino e ir atirando irresponsavelmente nos colegas como se fosse num filme de bang-bang.
Imagine se todos tomassem essa atitude, como estaria esse nosso mundo, pois quem ainda não sofreu algum tipo de bulling durante sua vida? Agora qualquer comentário é bulling, crime!! Acho que é assim que os pais estão educando seus filhos hoje em dia, não podemos chamar nem mesmo, de forma carinhosa, de pretinha, baixinha, negão... Tudo é crime, motivo para brigas, processos e agora até motivos para tirar vidas? Os pais precisam repensarem sobre o tipo de educação que estão dando aos filhos. Precisamos de Deus mais presente nas famílias, pois caso contrário, estaremos criando pequenos monstros, capazes de atentar contra a vida de qualquer um, até mesmo dos próprios pais, que os instigam dessa maneira.
Agradeço muito meu pai por ter sido rígido em nossa educação. Se procurássemos confusão na escola, desrespeitássemos professores ou qualquer outra pessoa, em casa poderíamos prepararmos para longas conversas, que eu preferia até apanhar de cinta, tamanha a seriedade e a responsabilidade que ele colocava em nossas costas e o castigo que nós três temíamos mais: se não tirássemos boas notas ou lhe déssemos problema com os vizinhos, com os colegas, na rua ou na escola, voltaríamos para roça para aprender os serviços braçais. Meu irmão passou por essas célebres conversas mais que minha irmã e eu. Lembro-me que levei umas cintadas ardidas por insistir em faltar à escola, por não gostar da professora do pré e isso me fez pegar logo gosto pelos estudos..
Um professor de Português que também era o padre da Paróquia, quando os alunos espirravam ele dizia:
- Deus te crie para o bem, que para o mal tu já nasceste!
E é verdade! Toda criança saudável é arteira, sapeca, aprende o mal com facilidade. O papel da família é corrigi-la, aconselhá-la, mostrando o caminho do bem. Uma religião constitui uma grande aliada, pois na igreja aprenderão a caminhar segundo os ensinamentos deixados por Jesus, que é o cultivo do perdão, da tolerância e do amor ao próximo. Com esses valores incorporados nunca irão cometer atrocidades.
Se eu fosse tirar a vida de todas as pessoas que me chamaram de baixinha, nem as pessoas da minha família se salvariam. Mas, encarávamos isso, como já mencionei, como uma forma carinhosa de ser tratada. Na adolescência foi um pouco mais difícil, mas mesmo assim eu conseguia tirar de letra. Lembro-me que na época, no começo do ano era muito esperado o nome do aluno que ficasse na ordem de chamada, no número 24, coisa que hoje em dia, não seria tão ofensivo, mas naquela época, todos esperam temerosos pela gozação de que eram alvo. Pois não é que no oitavo ano eu caí no número 24? Todos se voltaram para mim, mas como sempre fui humilde e amiga de todos, ninguém se atreveu a falar nada. Porém, um aluno que tinha chegado aquele ano em nossa turma, proferiu uma frase só, mas de cunho altamente ofensivo para uma menina daquela época. Eu me lembro bem, que da mesma forma, respondi com uma só frase, mas de tão alto poder ofensivo que todos se calaram e nunca mais, esse garoto e eu, conseguimos ser amigos.
 Não me orgulho disso, mas resolvi a meu modo e assim era, se alguém nos colocasse um apelido, nós colocávamos outro pior e no fim entre crianças, muitas vezes, o apelido nem colava ou outras vezes era tão engraçado que ela aceitava e tudo terminava bem. Tínhamos, o Xoxo, o Baio, o Cabeção, o Negão, o Russo, as baixinhas invocadas, que eram duas amigas e eu. No jornalzinho da sala os apelidos aumentavam e todos riam e aceitavam, prometendo arranjar outros para a próxima edição. Os desengonçados das novelas eram os nossos preferidos.
Quando adulta, comecei a namorar um bonitão, que hoje é meu marido, passei a ser a feinha para os caboclos da roça, que frequentavam a venda de meu sogro. Para eles, mulher tinha que ter carne e eu acabei sendo a Olivia Palito. Claro que ele não me contava, nem precisava, pois existia muita gente que se encarregada disso. Fiquei sabendo que ele respondeu:
- Minha namorada é novinha, delicadinha, cheirosinha, bem diferente do brucutu que é sua mulher, que mais parece uma leitoa.
Pronto! Para mim tudo ficou resolvido, pois o que me interessava era a opinião dele.
Então, não estou incentivando ninguém a ser mal-educado, nem ficar colocando apelidos uns nos outros. O que quero deixar claro é que no nosso tempo, resolvíamos à nossa maneira, sem agressão física, e a agressão verbal, no caso, se nossos pais descobriam, ou nos apoiavam como no meu caso acima, eu seria apoiada por meu pai, que era um homem muito justo, ou então os professores faziam com que pedíssemos desculpas e tudo acabava por ali mesmo.
Voltando ao caso do menino, será que seu comportamento não se deve aos pais policias?  Sendo agressivos, apresentando abuso de poder, falta de amor ao próximo e principalmente no desleixo em deixar uma arma carregada ao alcance de um adolescente?   Quem sabe até dando autorização para o manuseio? Muito complicado em afirmar alguma coisa. Só mesmo as autoridades competentes para esclarecer a esse respeito. Mas enfim, coitados! Que Deus lhes dê sabedoria para lidar com tudo isso, num momento desses. 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Nossas Escolas



Um conceito errôneo de escola tem se difundido cada vez mais. Esta ideia de que tem que dar merenda na escola para atrair a clientela é um conceito muito primitivo. Predomina a ideia de que na escola tem que ter muitas diversões, jogos, festas tudo isso para que a criança se sinta atraída para frequentá-la. Acho que esse é um procedimento que deve ser aplicado com animais irracionais.
  A criança tem que ser formada para a responsabilidade de um dia frequentar a escola, não imbuída de qualquer atrativo, mas com o objetivo de crescer intelectualmente preparar-se para a vida e para a sociedade na qual aos poucos será inserida.
 Essa escola deve ser composta de uma equipe competente, bem remunerada, cada qual na sua escala profissional, voltados com um único e essencial objetivo: formar um indivíduo de forma global com todas as possibilidades de competir e buscar um lugar na história.
A Diretora deve ser uma pessoa, que além dos requisitos culturais, tenha experiência em sala de aula e seja aprovada num processo seletivo.
A coordenadora pedagógica também deve ser uma pessoa com muita experiência em sala de aula para evitar o devaneio de realizações impossíveis que acabem se restringindo ao papel, na ânsia de mostrar serviço. Passar por um processo seletivo para então exercer esse cargo que é de muita ajuda e importância no processo educativo.
As professoras, também concursadas, devem aprimorar-se periodicamente para ministrar aulas criativas, dentro do contexto moderno que a criança está acostumada a vivenciar.
A escola terá que resgatar o antigo padrão de respeito, onde os alunos terão normas, exigências, enfim deveres e não somente direitos. A sala de aula deve ser um lugar de silêncio, reflexão, aquisição de conhecimentos onde o professor funcionará como o mediador para o desenvolvimento de todas as potencialidades de seus alunos.
 A merenda é indispensável sim, pois é inadmissível a aprendizagem se a criança não se encontra convenientemente alimentada. A alimentação é a necessidade primordial do indivíduo. Mas, o ideal seria até se essa fosse oferecida num refeitório separado da escola, onde os alunos carentes passariam antes de irem para o ambiente escolar. Ali seriam alimentados, receberiam noções básicas de higiene, como lavar as mãos, escovar os dentes após as refeições e se necessário
A quadra de esportes, danças, aulas de informática, músicas tudo que venha acrescentar na evolução e na busca de talentos ocultos, deveriam ser também ministradas em locais apropriados, fora do horário de aulas, principalmente para os alunos cujos pais trabalham e necessitam ser retirados do convívio pecaminoso que a rua oferece.
Pais de alto poder aquisitivo já colocam seus filhos em escolas particulares e se porventura frequentarem as escolas públicas levam já uma rotina diferente de atividades extras: participam de aulas de músicas, judô, balé, natação e outros
Com isso a sala de aula voltaria a ser somente um local de aquisição de conhecimentos, a escola um ambiente de cultura, cujo atrativo seria somente a sede do saber e o crescimento intelectual.

Retirado do livro: Se os pais e professores derem-se as mãos

terça-feira, 9 de maio de 2017

DIA DAS MÃES


Mães, não deixem por nada, de participar da comemoração do dia das mães na escola de seus filhos. É de extrema importância para eles.
TEXTO RETIRADO DO LIVRO "SE OS PAIS E PROFESSORES DEREM-SE AS MÃOS.
Lembro-me de um caso que muito me comoveu: era uma aluna de boas notas, participativa, caprichosa. Peguei-a no segundo ciclo e logo percebi sua inteligência, facilidade em assimilar, mas os pais eram omissos.
Uma vez a mãe apareceu no dia da reunião e enquanto a diretora expunha os problemas corriqueiros e gerais, ela, já foi nos interromper pedindo as pastas das filhas, porque estava com muita pressa. Eu apenas confirmei as palavras de minha colega:
-Precisamos ouvir os avisos da diretora, depois subiremos para a sala e estaremos à disposição até as 18 horas, nesse momento, sinto muito, mas não poderemos atender.
Ela olhou para mim e eu apenas confirmei com a cabeça, que para um bom entendedor, aquele era um momento que exigia silêncio e atenção. Com ar de impaciência deu meia volta, saiu e não voltou mais. Foi a única vez que a vi na escola, a segunda foi desfilando na Escola de Samba “Bonecos Cobiçados.”
No dia das mães fizemos uma linda apresentação e essa aluna participou. No final elas ofereceram um botão de rosa para as respectivas mães. Quando a vi com o botãozinho de rosa, sem ter para quem oferecer, corri até ela e disse-lhe que oferecesse a alguma professora ou para a diretora. Claro que ela ofereceu a mim. Eu a abracei e elogiei muito a participação dela. Com uma carinha de desânimo apenas me disse:
- Mas minha mãe não veio!
Veio-me uma vontade imensa de falar que para ir a ensaio de escolas de samba e outras diversões, ela tinha tempo, mas claro que só iria piorar a situação. Então disse-lhe que o que importava era o desempenho dela, e que eu fiquei muito feliz por receber o botão de rosa, que só eu havia ganhado, nenhuma outra professora tivera esse privilégio, mas notei que não havia convencido muito.
Ano seguinte, as coisas começaram a mudar. As notas caíram, começou já a ter certo envolvimento com os meninos, causando-me preocupações. Um dia peguei o caderno dela e qual não foi minha surpresa ao ver que não se encontravam em dia, pulava pedaço da matéria e copiava só o final para me apresentar... Essas malandragens que alunos procuram se utilizar. Tive conversas longas com ela, um dia cheguei mesmo a repreendê-la por estar passando bilhetes para os meninos da sala.
Foi para a quinta série, porque o mínimo ela conseguiu atingir e nunca mais soube dela. Lembro-me com tristeza e culpo cada vez mais as famílias por certas atitudes tão prejudiciais cuja consequência jamais será resgatada na vida dos filhos.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

A BASE PARA UM CASAMENTO DURADOURO

 O PERFUME DAS FLORES QUE PLANTEI
Editora Usina de Letras- 2011
Escritora Zilda Costa

Um trecho do livro para reflexão

 Ela conversava muito com Marcos sobre isso, ele respeitava seu ponto de vista, mas sentia um desejo ardente que muitas vezes o levava a esquecer tudo. Tomá-la nos braços, beijar aqueles lábios o deixava completamente maluco. Maria continuava irredutível, retribuía os carinhos, os beijos ardentes, mas quando Marcos tentava avançar o sinal ela o afastava delicadamente: -Não, Marcos você me prometeu esperar. Não sentirei bem diante de meus pais, não sentirei à vontade em me casar de branco, com véu e flor de laranjeira. Deus, nós não conseguiremos enganar. Marcos relutava muitas vezes furioso, dominado por aquela paixão que o consumia, mas tudo que ele mais desejava era ter Maria como esposa, ter seu lar, sabia que era a mulher que queria para o resto da vida. Resolveu então trabalhar como louco para realizar esse sonho e quando a viu finalmente surgindo na porta da igreja junto com o pai seu coração bateu tão forte que parecia que ia saltar para fora do peito. A cerimônia, um rápido coquetel e finalmente a sós num hotel de luxo que ele fez questão para essa noite tão especial. Queria que fosse uma noite inesquecível... Quando Marcos a ergueu nos braços, envolta num lingerie sem luxo, mas suave e linda, Maria sentiu o sabor da verdadeira felicidade. Sentiu a alegria de entregar-se ao seu marido após terem sido abençoados por Deus, a consciência limpa de ter obedecido aos seus pais enquanto via nos olhos de seu marido a imensa felicidade que também o dominava. Ele a tomou nos braços com tanto carinho qual uma bonequinha que pudesse se quebrar e esvair-se em suas mãos. Mas, na cama explodiu toda volúpia reprimida: entregaram-se as ardentes carícias e Marcos viu surgir naquele delicado corpo uma esplendorosa mulher, amante, sedenta também de todo o amor que ele sonhava concretizar. Marcos apesar de ter tantas experiências em namoro com carícias desrespeitosas, era a primeira vez que iria possuir uma mulher. Seu pai, conservador e de costumes rigorosos sempre intimidou os filhos. Nunca teve uma conversa aberta, nem esclareceu nada, apenas dizia sempre que qualquer um dos filhos que fizessem algo errado tinha que assumir sozinho seu erro, que não esperassem nenhum tipo de apoio por parte dele. Assim, Marcos sempre pensava e analisava muito bem tudo que fazia. Quando percebia que a menina era fácil e liberada, ele fugia dela, não queria nenhum tipo de envolvimento promíscuo. Ambos, agora desfrutavam desse momento único sem restrições, sem pudor experimentando todo o êxtase que o amor pode oferecer. Não tinham pressa, cada gesto, cada carícia, cada beijo era muito especial. Tudo era novo, cada toque era prazeroso e eles podiam tudo agora... Era a tão sonhada noite de núpcias! Apesar de respeitar os limites da esposa culminaram com um orgasmo inexplicável, mas que satisfez a ambos. Marcos havia lido muito sobre isso. Na primeira noite não era necessário a completa penetração, isso é praticamente um estupro violento e traumatizante. É aos poucos que vai acontecendo o rompimento do hímen e o carinho e a intimidade sempre prevalece dando conta do almejado prazer. Isso Maria não sabia, temia até um pouco esse momento, mas agora repousando nos braços do marido ria de seu medo. Lágrimas de felicidade rolavam pelas faces. Pensava em todas as moças que perdem esse momento tão lindo, explorando precocemente o sexo, tudo mal feito, às pressas. Não curtia a preparação do casamento, o dia de princesa, a igreja onde ela conversou e entregou sua vida a Deus. Sensível, chorou por todas essas meninas que engravidam, casam ou muitas vezes permanecem solteiras com um filho para criar. O pai não quer assumir, as famílias brigam, se desentendem. Quando a moça é menor de idade, o rapaz é obrigado a casar-se. Imagina que forma mais triste de começar uma vida. Passava um filme na cabeça de Maria, toda a emoção daquele dia ficaria para sempre em sua mente. Ela contaria para seus filhos. Ali ela prometeu que iria dar a mesma orientação de seus pais, como eles foram sábios e como ela os agradecia nesse momento! Se o pai não fosse tão rígido, a mãe tão virtuosa talvez ela não tivesse resistido às investidas de Marcos e estragaria tudo. Vencida pelo cansaço e pelo sono, Maria adormeceu nos braços do marido.

sábado, 8 de outubro de 2016

TEXTO PARA REFLEXÃO

    

  Existiu professora que lá no cantinho da serra, na zona rural, com apenas um quadro e giz, conseguia com seus alunos realizar descobertas, promover realizações, enfrentando os mais diversos desafios. Aproveitava a vivência dos alunos que já auxiliam seus pais desde cedo, nas tarefas do dia a dia para realizarem contas das compras feitas na venda mais próxima. Vivenciavam a utilização do perímetro, da área de um terreno porque auxiliam medir cercas, calculavam a quantidade de arame a ser utilizado. A natureza, com belas montanhas, planícies e lagos exibiam excelente material para a aula de Geografia e as Histórias dos antepassados que eram contadas à sombra deliciosa de árvores imensas que cercavam a Escola.
  Na hora do recreio, a professora recebia bolo de fubá, biscoito feito no fogão à lenha e leite fresquinho:
- Professora foi tirado agorinha ao pé da vaca.
   Eu pergunto agora, o que isso representa? E com muita satisfação e saudade respondo: isto é carinho, gratidão, respeito, admiração!
  Tudo isso encontrávamos lá naquela escolinha no fundo do mato, no alto da serra, onde não existia aluno hiperativo, malcriado, revoltado, que fazia uso de drogas. Também não ficavam traumatizados quando eram necessariamente reprovados. Os pais geralmente humildes estavam sempre juntos: o homem continuava sempre, anos após anos com a mesma esposa. Prometeu diante de Deus amor até que a morte os separe e cumpria, dando um lar harmonioso para seus filhos.
  A professora era aquela que oferecia a chance de uma vida melhor. Os pais aconselhavam os filhos a prestarem atenção na aula, a aprenderem a fazer direitinho as contas que lhes seriam úteis durante a vida.
  E aqueles mais abastados, queriam que o filho aprendesse para continuarem o estudo na cidade.
  Nessa escola, não encontrávamos indisciplina, não encontrávamos superlotações. Podia-se trabalhar usando as carteiras em U, em duplas, em grupo de quatro, tudo era possível, porque tínhamos condições adequadas para isso. A tecnologia está longe: computadores, calculadora são atraentes sonhos, mas uma realidade ainda distante. O objetivo é chegar até lá, mas ainda estão a se preparar. Depois que dominarem as quatro operações poderão usar a calculadora, se houver necessidade de mais agilidade, depois de alfabetizados aprenderão a usar o computador para pesquisas, para montar seus trabalhos, pois já foram treinados a pensar, reformular, alterar, enfim estão prontos para acrescentarem com suas próprias opiniões. É assim que formamos pensadores, críticos capazes para enfrentar os desafios da vida.
Essa escola existiu, não sei se ainda existe, mas não é utopia, foram experiências por mim vivenciadas. E qual o segredo do sucesso? Muito simples e eloquente a resposta: pais e professores que se respeitam, que falam a mesma língua, têm o mesmo objetivo e unem-se para que esse objetivo seja alcançado.
Retirado do livro: Se ao pais e professores derem-se as mãos.